“Profira a minha boca louvores ao SENHOR, e toda carne louve o seu santo nome, para todo o sempre.” Salmos 145.21
Com o passar dos anos, essa comemoração se espalhou pelo mundo. No Brasil, em 1949, o presidente Gaspar Dutra instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças. Contudo, não é uma data que recebe muita atenção entre nosso povo. Tanto é que surgiu um movimento no nordeste (embora seja ecumênico) para tentar resgatar a essa celebração. Mas essa indiferença simplesmente é um retrato daquilo que acontece com muitos cristãos ao longo da vida: não têm um coração grato a Deus – pelo menos não como deveriam ter.
A gratidão a Deus deve ser uma das principais marcas de nossa vida. A final de contas, somos totalmente dependentes de Deus. Foi ele quem nos criou (Gn 1.26-27; Sl 95.6; Ap 4.11) e graciosamente nos sustenta (Sl 3.5; 9.4; 54.4; Mt 6.26), dando-nos a seu tempo tudo o que precisamos (At 14.17; 1Pe 5.7). Ele nos dá proteção, socorro e refúgio em meio às adversidades (Sl 27.5; 30.10; 33.20; 44.5; 57.3; 60.11; Hb 13.6). Deus é quem vê e enxuga nossas lágrimas, dando-nos o conforto e paz em meio à dor (2Rs 20.5; Sl 6; 56.8; 116.8; Jo 1.27; Fp 4.7; 2Ts 3.16). Em Cristo, Deus tem nos abençoado com toda sorte de bênção espiritual (Ef 1.3). E não podemos nos esquecer do principal: a restauração de nossa comunhão com ele, a salvação (Ef 2.1-10). “Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR!” (Sl 128.4).
Você enxerga e reconhece as bênçãos do Senhor em sua vida? Dá graças a ele por seus grandes feitos? Vive para louvá-lo? "Bom é render graças ao Senhor" (Sl 92.1; 100.4); contar todas as suas maravilhas (Sl 9.1; 40.5; 78.3-4; 118.17). Então, renda graças ao Senhor (Sl 105.1) e não se esqueça de nenhum de seus benefícios (Sl 103.1). Usemos nossa gratidão para proclamar o nome de Deus: “Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem ele feito por minha alma” (Sl 66.16).
Rev. Eduardo Assis
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