A UMP (União de Moços Presbiterianos) é um grupo de jovens entre 18 e 35 anos que se dedicam à atividades diversas que envolvem retiros espirituais, Coral Jovem ( grupo compostos de moços e moças que cantam ás quatro vozes), sempre focando a Palavra de Deus. A preocupação com comunhão e fazer novas amizades é algo que faz parte da vida deste grupo que quer levar as boas novas de alegria que está Cristo nosso Senhor.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Por que a evangelização é imperativa?



Extraído do site: http://www.lpc.org.br/

 A evangelização não é uma opção, mas um mandamento. A grande comissão foi repetida em todos os Evangelhos e também no livro de Atos. Todos aqueles que foram alcançados pelo evangelho são enviados a compartilhar o evangelho. A evangelização não deve ser apenas um programa da igreja, mas um estilo de vida de todos os crentes. Vamos, agora, analisar algumas razões pelas quais a igreja deve estar engajada na evangelização.

Em primeiro lugar, porque o homem sem Cristo está perdido. Nenhuma religião pode salvar o homem. Nenhum credo religioso pode reconciliar o homem com Deus. Nenhuma obra feita pelo homem pode atender as demandas da lei de Deus. Do religioso ao ateu e do doutor ao analfabeto, todos os homens estão irremediavelmente perdidos. A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Diz ainda que o salário do pecado é a morte. O homem está morto em seus delitos e pecados e assim como um morto não pode dar vida a si mesmo, um pecador não pode salvar a si mesmo. O nome de Jesus é o único nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos.

Jesus é o único Caminho para Deus, a única Porta de entrada no céu, o único Mediador entre Deus e os homens. Jesus é o Salvador do mundo. Em segundo lugar, porque o evangelho é a única boa nova de salvação. Há muitas religiões no mundo, cada uma com sua doutrina e sua prática. Todas elas, exceto o Cristianismo, ensinam que o homem deve abrir um caminho da terra para o céu. Mas a salvação não é uma conquista do homem e sim uma oferta da graça. O céu não é conquistado pelo esforço das obras, mas recebido pela fé em Cristo. O evangelho é a boa nova de que Deus amou o homem não pelos seus méritos, mas apesar de seus deméritos.

Amou-o a despeito de ser fraco, ímpio, pecador e inimigo. Amou-o e entregou seu único filho para morrer pelos seus pecados. O evangelho está centrado não na obra que fazemos para Deus, mas na obra que Cristo fez por nós na cruz. O evangelho não aponta para o merecimento humano, mas para a cruz de Cristo, onde o Filho de Deus morreu por nós. O evangelho é o palco onde Deus revela seu amor e sua justiça. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Em terceiro lugar, porque a evangelização é uma ordem expressa de Deus. A evangelização é uma obra imperativa, intransferível e impostergável.

O Senhor Jesus morreu na cruz, ressuscitou dentre os mortos e comissionou a igreja a ir por todo o mundo levando as boas novas do evangelho a toda criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a todo o mundo. Não podemos nos calar. Não podemos sonegar aos povos o evangelho. Nenhuma outra entidade na terra tem competência e autoridade para pregar o evangelho. Essa é uma missão da igreja. Deus não tem outro método. Cabe-nos levar o evangelho por todos os meios legítimos, em todo o tempo, em todos os lugares, sob todas as circunstâncias. Devemos pregar o evangelho no púlpito e na página. Devemos pregar o evangelho pela mídia e através das redes sociais.

Devemos pregar nos lares, nas escolas, nos hospitais, nas instituições públicas, nos templos, nas praças, proclamando que Cristo veio como pão para a nossa fome, como água viva para a nossa sede, como luz para a nossa escuridão, como sacrifício cabal pelos nossos pecados. Em quarto lugar, porque Deus é glorificado na salvação dos pecadores. O propósito maior da evangelização dos povos é que esses povos todos glorifiquem a Deus e exaltem seu nome. O centro da obra evangelizadora da igreja não é o homem, mas o próprio Deus. Devemos evangelizar para arrebatar os homens do fogo e também porque é ordem de Deus. Mas, sobretudo, devemos evangelizar porque a salvação do perdido traz glória ao nome de Deus. Há júbilo diante dos anjos de Deus, no céu, por um pecador que se arrepende. Os salvos serão, por toda a eternidade, verdadeiros troféus da graça de Deus e, nos salvos, Deus será glorificado para sempre e sempre!

Reverendo Hernandes Dias Lopes
Diretor executivo da LPC

terça-feira, 10 de julho de 2012

Dízimo - O Método Divino de Contribuição VI


A preocupação de retribuir para Deus os benefícios que ele nos faz, não é nova; é muito antiga. O salmista já perguntava: Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo? (Sl 116.12). Nós também fazemos essa pergunta, e Satanás, que é nosso inimi­go, e quer que nós erremos diz logo: Dá di­nheiro. Porque ele sabe que Deus não quer dinheiro e que se nós lhe oferecemos dinheiro em troca de bênçãos, estaremos ofendendo a Deus; então Satanás nos induz a oferecer di­nheiro. Deus nunca disse: Filho meu, dá-me o teu dinheiro. Mas disse: Filho meu, dá-me o teu coração; porque quando oferecemos a Deus nosso coração ele pode dispor de nós de acor­do com a sua vontade. Voltando, porém, à pergunta do salmista, vejamos como ele a responde.

Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios?

Tomarei o cálice da salvação, isto é, aceita­rei o plano de salvação de graça que Deus es­tabeleceu; aceitarei Cristo como meu redentor. Invocarei o nome do SENHOR. Isto é, estabele­cerei comunhão de minha alma com Deus todos os dias de minha vida. Cumprirei os meus vo­tos ao SENHOR na presença de todo o seu povo. Que votos são esses? Quando entramos para a igreja fizemos votos de aceitar a Bíblia como Palavra de Deus. Vamos então pagar esse voto. Fizemos voto de acatar as autoridades constituídas na igreja para seu ensino e governo. Va­mos, pois, pagá-lo. Como membros da igreja fizemos votos de criar nossos filhos na discipli­na e correção do Senhor. Vamos, então, pagá-­lo. Fizemos votos de sustentar a igreja de Deus, moral, espiritual e financeiramente. Como sustentamos a igreja moralmente? Com o nosso testemunho de cristãos autênticos. Como a sus­tentamos espiritualmente? Participando de to­das as suas atividades, estando presentes a to­das as reuniões, participando do trabalho de evangelização e cooperando para manter a paz entre os irmãos. Como sustentamos a igreja fi­nanceiramente? Com esmolas? Não. Sustentamos a igreja financeiramente entregan­do-lhe o que Deus exigiu: o dízimo.

E preciso notar que pagar votos não é pagar bênçãos, mas cumprir as promessas que fizemos.

Não existe riqueza no universo que pos­sa pagar uma só bênção de Deus. Deus as con­cede gratuitamente aos que as buscam com sinceridade.

Rev. Jacob Silva

Obs: Pastorais baseadas no livro "Fidelidade e Bênção".

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Dízimo - O Método Divino de Contribuição V


A Igreja Primitiva foi organizada sem coleta. Sua organização se deu no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu poderosamente sobre os discípulos de Cristo, e na descrição desse fato não percebemos a presença de alguns homens passando no meio da multidão com uma bandeja ou sacola pedindo esmola para Deus. Mas, no reinado de Cláudio, que foi de 41 a 54 d.C., aconteceu em todo o mundo uma grande fome, que foi predita pelo profeta Agabo (At 11.28) e Cláudio ordenou que todos os judeus saíssem de Roma (At 18.2) e eles voltaram para Jerusalém; mas voltaram sem nada, e começaram a passar muita necessidade. Então as igrejas da Macedônia e da Acaia resolveram voluntariamente, sem que ninguém pedisse, levantar uma coleta para socorrê-los (Rm 15.26). Paulo apreciou a atitude dessas igrejas e resolveu recomendar que as outras igrejas as imitassem, e todos atenderam.

Esta coleta ou esmola, no entanto, não era feita todos os domingos, mas só quando havia oportunidade de alguém que fosse a Jerusalém para levá-la. Não se passava uma sacola ou salva na frente das pessoas; mas cada um ajuntava, em sua casa, o que pudesse durante a semana (l Co 16.2) e depois passava alguém coletando o que foi ajuntado para levar a Jerusalém. Foi por isso que recebeu o nome de coleta. Só se fazia quando havia oporrtunidade de alguém que fosse a Jerusalém para levá-la. Mas tendo cessado a necessidade dos pobres da Judéia, cessou também aquela coleta. A igreja, porém se corrompeu, transformou-se em Igreja Romana, e como a Igreja Romana usa de todos os meios para levantar dinheiro, inclusive jogo e extorsão de moribundos, verificou que houve uma esmola levantada para socorro dos pobres e que essa esmola recebeu o nome de coleta, fez voltar novamente este costume para seu ofício religioso. Vieram os reformadores do século 16, e a sua tarefa era tão grande e tão pesada, que eles não perceberam que coleta é pecado e permitiram que a coleta continuasse nas Igrejas Reformadas. Mas nós somos os continuadores da Reforma, de modo que, se percebermos que há alguma coisa errada na igreja temos obrigação de corrigí-la.

Acabo, porém, de dizer-vos uma coisa muito grave. Disse que coleta é pecado. Portanto preciso provar que coleta, como se faz hoje, é pecado. Nós recebemos uma visita em casa e fazemos questão de homenageá-la com uma xícara de café — ora uma xícara de café custa R$ 0,80. Se procurarmos na sacola da coleta encontraremos moedas de 10, 25 e 50 centavos e notas de 1 ou 5 reais. Tudo isto é pecado. Se pegarmos duas moedas de 10 centavos, elas representam um quarto de xícara de café. Cobre apenas o fundo da xícara. Alguém tem coragem de receber uma visita importante em sua casa, servir um quarto de xícara de café e levar para sua visita? Para Deus, porém, estão fazendo isto todas as semanas e isto é pecado, porque o que eu não posso oferecer ao meu próximo, muito menos posso oferecer para Deus. Felizmente este argumento não é meu; é de Deus e está em Malaquias 1.8, onde Deus diz: Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? - diz o SENHOR dos Exércitos. Isto é uma terrível condenação das igrejas que usam métodos diferentes daquele que Deus pediu — o dízimo. Deus está perguntando o seguinte: Você tem coragem de oferecer ao seu governador isso que você está me oferecendo?
(Cont...)

Rev. Jacob Silva
OBS: Pastorais baseadas no livro "Fidelidade e Bênção".

domingo, 24 de junho de 2012

Dízimo - O Método Divino de Contribuição IV


Leia, agora, Malaquias 3.8-10. Leia com muito respeito e com muita atenção esta parte da Palavra de Deus que tem sido tão esquecida e desprezada pelas igrejas, e até mesmo por pregadores do evangelho, com graves conseqüências para o trabalho de Deus. Muitos têm medo de ler este texto perante a Igreja, com receio de escandalizar algum crente, mas crente não se escandaliza com a Palavra de Deus. Se alguém se escandalizar é porque não é crente. Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida (ARA).

Uma rápida análise deste texto revela algumas verdades muito importantes para nós.
Começaremos com o versículo 10: Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa. Esse é o método que Deus estabeleceu para contribuição na sua Igreja — o dízimo. E depois do dízimo mas só depois do dízimo, as ofertas alçadas, que significam ofertas pesadas, altas, elevadas, produtivas. Este é o significado da palavra hebraica — teruma — usada no original. Oferta não é esmola. Todos os demais métodos usados pelas Igrejas são métodos pecaminosos, inventados pelos homens, com o duplo propósito de encobrir o pecado do roubo e de enganar a Deus, como se fosse possível enganá-lo, pois queremos que Deus pense que estamos interessados no progresso de seu Reino, mas não estamos, não. Só está interessado no progresso do Reino de Deus, quem traz fielmente o dízimo à casa de Deus.

Deus nunca pediu esses métodos, não os aceita e nem os abençoa.

Igreja de Deus não levanta coleta, não faz churrascada, nem canjicada, nem bazar; não tem 'compromissos', não usa lista para pedir porque crente não pede; crente só pede a Deus; não usa livro de ouro, nem cofre de bênção (ou melhor, de maldição). Igreja fiel não mendiga, mas tem fartura. (Cont...)

Rev. Jacob Silva
OBS: Pastorais baseadas no livro "Fidelidade e Bênção".

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Dízimo - O Método Divino de Contribuição III


Quando Deus disse a Adão: Dela não comerás, ele estava propondo: "Quero contar com tua cooperação para esta gloriosa obra que realizei". E quando Adão desobedeceu e provou do fruto proibido, ele estava respondendo: "Não, Senhor, não conte comigo porque eu não sei obedecer; eu não sei ser fiel. Eu sou um fracasso na tua criação". Quando Deus diz: Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, e o crente se nega a entregar-lhe o dízimo, ele está dando a Deus a mesma resposta de Adão: "Não conte comigo para a obra gloriosa de evangelização do mundo, porque eu não sei obedecer, eu não sei ser fiel, eu sou um fracasso na tua igreja". Quando Deus pediu a Abraão que lhe oferecesse seu filho em sacrifício, ele estava dizendo: "Quero contar contigo para ser pai de muitas nações e ser uma bênção para este mundo". E quando Abraão se prontificou a sacrificar seu filho, em obediência a esta ordem, ele estava dando a Deus uma resposta positiva: "Sim, meu Pai, tu podes contar comigo para ser pai de muitas nações e para ser uma bênção para este mundo porque eu sei obedecer, eu sei ser fiel; nem que seja necessário oferecer-te meu próprio filho em sacrifício". Assim, quando Deus diz: Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, ele está dizendo ao crente: "Quero contar contigo para a obra gloriosa da evangelização do mundo". Prontificando-se o crente a trazer-lhe o dízimo, está dando a Deus uma resposta positiva, como Abraão: "Sim, meu Pai, tu podes contar comigo, sim, para a obra da evangelização do mundo, porque eu sei obedecer, eu sei ser fiel, mesmo que seja ne­cessário chegar até o sacrifício".

Gostaria que o leitor verificasse em Hebreus 11.17-19, o que o escritor dessa carta diz sobre Abraão. Deus havia prometido a Abraão que em Isaque seria chamada a sua descendência. Isto é, de Isaque sairia a descendência de Abraão. Agora, Deus pede a Abraão que lhe ofereça seu único filho Isaque, em sacrifício, e Abraão não teve dúvida nenhuma em atendê-lo, porque raciocinou assim: "Ora, Deus prometeu que minha descendência sairá de Isaque. Deus não falha, Deus não mente, portanto, minha descendência sairá de Isaque. Não tenho dúvida nenhuma, em sacrificá-lo, porque Deus tomará a sua cinza e o ressuscitará, pois Isaque não pode perecer, porque a minha descendência sairá dele". Vale a pena crer em Deus assim. Vale a pena. Esse mesmo Deus, que falou com Abraão, e que nunca mente, e não engana a ninguém, vos fará uma promessa tão importante quanto a que fez à Abraão e que você deve aceitar também. Ele promete abrir as janelas do céu e derramar sobre você uma bênção sem medida, dependendo apenas de sua fidelidade em fazer a prova proposta. Faça a prova e você vai ver que ela não falha. As janelas se abrem mesmo. Deus quer abrir as janelas do céu, mas você, com sua infidelidade, está impedindo que ele faça isso. (Cont...)
Rev. Jacob Silva

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pra que serve a Taxa Per Capita?

R$ 8,00 por ano é tudo o que você precisa para gerar transformação social e levar milhares de jovens a uma vida de compromisso com Deus.
A Taxa Per Capita é um valor anual recolhido de cada sócio da UMP e repassado para a Federação de Mocidades do seu respectivo Presbitério. Esse valor é distribuído entre a Federação de Mocidades, Sinodal de Mocidade e a Confederação Nacional de Mocidade, permitindo que as atividades da UMP sejam
desenvolvidas em sua região e por todo o país. São Projetos de evangelismo, ação social, missões, esportes, música, lazer, educação cristã e muitos outros projetos.



Jovem Presbiteriano, faça sua Parte!

Contribua e cobre dos seus representantes o repasse da taxa per capita.


Como Funciona:
Cada sócio da UMP contribui com R$ 8,00 anualmente
40% é usado pela Federação de Mocidades: R$ 3,20
30% é usado pela confederação Sinodal: R$ 2,40
30% é usado pela Confederação Nacional: R$ 2,40

Contribua.

segunda-feira, 11 de junho de 2012